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PRESS REVIEW |
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PARIS MATCH
President of European Union: José Manuel Barroso, in Cultural Meeting |
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LE POINT
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VOGUE ITALY
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LUX
Voyage avec la délégation de Monaco "Les enfants de Frankie", parrainné par le Prince Albert II |
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ALLO MAGAZINE / HOLA
Unicef Trip to Bolivia. |
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HOLA
With Queen Sofia at Unesco |
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LECTURAS
Israel - Mozambique
Humanitarian mission AMOR |
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GALA
First trip for UNICEF in Africa |
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Tasha de Vasconcelos: Emocionada al regresar a su tierra
Es guapa, culta, cosmopolita, políglota y, además, solidaria. Conocida como "la princesa perfecta" por la relación que mantuvo con el príncipe Alberto de Mónaco en 2001, Tasha de Vasconcelos ha abandonado definitivamente su carrera como modelo y ha emprendido un nuevo nimbo: la interpretación. Entusiasmada con su preparación como actriz en Los Ángeles, ha guardado un hueco en su agenda para apoyar a UNICEF, entidad con la que colabora desde hace tiempo. "Esa tarea se ha convertido en una pasión para mi", confesaba a Gala hace unos meses. Convencida de que la ayuda a los mas pequeños es fundamental para hacer un mundo mejor, viajó a Mozambique para apoyar a los niños enfermos de sida. Muy emocionada, Tasha visitó numerosos centros infantiles, para los que busca financiación. Una labor doblemente emotiva en este caso, ya que el viaje superna el regreso de la actriz a la tierra donde nació y creció hasta los 11 años. Hija de padre portugués y madre inglesa, su vida siempre ha estado marcada por los viajes. "Crecí en África y luego estuve en Canadá, Nueva York, Londres, Paris y, ahora, en Los Angeles, pero mi hogar está en Mónaco", contaba a está revista. Sin pareja actualmente, su íntima amistad con el príncipe Alberto aún permite pensar que algún día puedan retomar su relación.
Inés Bisiers
Fotos: Queen
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UNESCO
Humanitarian Honor in Dusseldorf Awarded by DIRECTOR-GENERAL |
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OGGI ITALY
Tasha de Vasconcelos Oggi Italy interview Mozambique Orphanage Project |
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Tasha de Vasconcelos Oggi Italy interview Mozambique Orphanage Project
«Sono nata qui e questa terra scorre nelle mie vene », dice Tasha de Vasconcelos, che racconta il suo viaggio umanitario in Mozambico in missione speciale per la campagna Unicef contro l'Aids
di Flora Lepore Foto di Daniel Angeli
BEIRA (MOZAMBICO)- maggio
Sono le foto del suo ultimo viaggio in Mozambico nella veste di volontaria in missione speciale per la campagna Unicef contro l'Aids. In un Paese in cui, a fronte di 18 milioni di abitanti, si stima che 1 milione 300 mila siano sieropositivi e che gli "orfani" di genitori colpiti da Aids siano almeno 3oo mila.
«Nel corso del mio viaggio ho incontrato il presidente Guebuza e il ministro degli Esteri e ciò mi fa sperare molto», dice Tasha de Vasconcelos, che non da oggi si spende per i bambini in difficoltà. Lo ha fatto per le missioni Unicef contro la malnutrizione in Bolivia e poi in Algeria per i bambini vittime della guerra. «La prima volta che accettai di fare questa esperienza», dice, «mi aspettavo di restare orripila-ta e impaurila dalla realtà che avrei incontrato. In verità rimasi stupita solo dall'amore e dal calore di gente così colpita dalla vita. All'apparenza questi bambini non hanno niente, ma se solo l'uno per cento del loro affetto e della loro determinazione potesse essere trasferito al resto della popolazione su questa terra, il mondo sarebbe un posto con meno guerre e in pace». Anche Tasha ha conosciuto la guerra; nata a Beira in Mozambico da una famiglia ricchissima, il padre portoghese e la mamma inglese, ancora neppure adolescente dovette scappare dal Paese in preda alla rivoluzione e riparare prima in Rodesia e poi in Portogallo e in Canada, dove ha studiato all'università di Vancouver. «Sono una africana bianca», ama ripetere. «Ho l'Africa nelle vene» Dopo l'approdo a Parigi, arrivano lesplosione della carriera di modella fotografata da Steven Meisel per le copertine di Vogue, il debutto nel cinema con Riches, Belles... al fianco di Claudia Cardinale, il legame rapidamente fallito col couturier Jean Charles de Castel-bajac e l'arrivo nel Principato di Monaco. Qui per molto tempo sì è accompagnata al principe Alberto, tanto da far diventare insistenti le voci di un suo "sicuro" matrimonio con lui. Se Tasha ci avesse davvero sperato, non l'ha mai confessato pubblicamente, ostinandosi a ripetere che lui per lei è stato un grande amico. All'epoca della rottura della loro "amicizia" si disse che la causa fu il fatto che lei fosse "una divorziata" e che per questo e per il divieto severo dello scomparso Principe Ranieri non potesse impalmare il cattolicissimo Principe, «Non sono mai stata sposata», ha chiarito lei, «Con Castelbajac siamo stati solo fidanzati». Sia come sia il sogno monegasco, se mai ce stato, si è infranto come le onde contro la Rocca e ora contro le attuali voci che vedono al fianco di Alberto II (ironia del destino!) un'altra africana, la campionessa di nuoto sudafricana CharJene Wittstock apparsa inseparabile dal regale amico durante le Olimpiadi invernali di Torino. A Monaco già si parla dì nozze per il prossimo autunno. Se così fosse, Tasha andrà al ricevimento dello sposalizio del suo "grande amico"? Certamente si: noblesse oblige. E lei, discendente di una delle più antiche e aristo cratiche famiglie lusitane, come mostrano le nostre foto, nobile di cuore lo è già.
By Flora Lepore
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CARAS - Portugal
Second trip to officiale AMOR
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TASHA DE VASCONCELOS, MOSTRA O SEU LADO SOLIDARIO EM MOÇAMBIQUE, ONDE NASCEU
Aos 32 anos, Tasha de Vasconcelos aca¬ba de concretizar um sonho antigo, ao colocar a primeira pedra no local onde será construído um orfanato para crianças afectadas, directa ou indirectamente, pelo vírus HlV/sida. Um projecto ambicioso que a manequim e actriz tenciona acompanhar de perto, ou não fosse esta a primeira acção da associação que criou há cerca de um ano, a AMOR (Aids Mozambique Orphanage Rescue). Filha de pai português e mãe inglesa, Tasha passou a sua infância na cidade da Beira, em Moçambique, onde só regressou 30 anos depois, precisamente para dar início a este projecto, para o qual conta com a colabo¬ração da associação monegasca Lês Enfants de Frankie, que conca com o alto patrocínio do príncipe Alberto do Mónaco.
Recorde-se que, em tempos, se chegou a dizer que Tasha mantinha um relacionamento amoroso com o príncipe Alberto, embora Nahum dos dois tenha confirmado esta relação. Certo é que ambos continuam a ser muito amigos, e não é por acaso que a maior parte do dinheiro que será investido neste prometo foi cedido, precisamente pelo príncipe.
Para a realização deste projeto foram também determinantes os apoios oficiais concedidos pelo presidente de Mozambique, Armando Guebuza, e pela primeira'dama, Maria da Luz Guebuza, que nãoesconderam o orgullo por contarem com o empenho de uma figura do jet set internacional na construção deste orfanato, que permitirá acolher a cerca de 150 crianças afectadas ou não pelo vírus, e que terão não só acompanhamento médico como poderão aprender um ofício que lhes dará a oporunidade de se inserirem na sociedade.
“Todas as crianças merecem ter saúde, educação e esperança para o futuro”, disse Tasha de Vaconcelos no final desta viagem, que acabou por ser a continuação do trabalho que tem desenvolvido nos últimos dez anos para bem de crianças desfavorecidas.
É embaixadora da Boa Vontado da UNICEF na Bolivia para crianças subnutridas e na Argelia para as crianças vítimas de guerra, além de apoiar projetos de solidaridade, como o Children´s Fund, de Nelson Mandela, e uma associação portuguesa que apoia crianças dependentes da droga.
-Tem desenvolvido inúmeras acçoes em torno de crianças desfavorecidas. Porque decidiu agora criar a associação AMOR?
Tasha de Vasconcelos – Para conseguir concretizar um sonho pessoal, uma vez que será implantado na cidade onde nascí. Confesso que este projeto é também uma forma de prestar homenagem ao meu pai [que morreu em 2004]. Quero empenhar-me ao máximo nesta missão e espero conseguir cumprir os objetivos que estipulei.
- Nasceu na cidade de Beira. Foi por isso que escolheu este país para dessemvolver a primeira acção da sua associação?
Escolhi Moçambique por ser um país que tem necessidades urgentes, mas também por ser o sítio onde passei a minha infancia.
- Guarda boas memórias de sua infancia?
Sim. Foi aquí que tive oportunidade de brincar com leoes e manguitos, que ví as primeiras ondas do mar, que comecei a descifrar sons mágicos, que aprendí a suportar o calor e que testemunhei a generosidade das pessoas. Foi também neste país que ganhei uma forte ligação com a Natureza, que me tem acompanhado pelo mundo ´sofisticado´ e que me ajuda a manter a minha essencia, a ser genuína.
- Tem alguma previsão de quando derá possível inaugurar o centro?
Acreditamos que, daqui a um ano, já estaremos operacionais. Para tal, conto com a ajuda de vários profissonais: professores, médicos e também a minha mãe.
- Esta associação conta com o alto patrocínio do príncipe Alberto do Mónaco...
- É uma grande ajuda para a associação. Ele está muito contente por ver como todo o projeto tem evoluído.
- Depois de ter visto reconhecido o seu trabalho como actriz nos filmes John English, de Peter Howitt, e Dot the i, de Matthew Pakhill, tem mais algum projecto para breve?
- Não, por enquanto estou apenas concentrada neste projecto da associação, embora não me impeça de aceitar outros projectos no futuro.
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ELLE
Special Interview for Elle |
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TASHA, FEMME DU MONDE
Noble de naissance et de cœur, la globe-trotter la plus glamour de la planète défend les causes auxquelles elle tient. Confidences
“J'ai besoin de sentir la terre”. La terre a, elle aussi, besoin de ces femmes qui la sentent et qui l'ont élue comme domicile. Tasha de Vasconcelos fait partie de ces gens qui ont plus d'une carte d'identité. Dans ses veines et ses gènes, coulent toutes les histoires du Portugal et de son aristocratie, de l'Angleterre et de sa distinction. Mais son enfance se passe ailleurs, dans l'Afrique noire de vies et d'enfants pauvres. C'est au Canada et aux États-Unis que Tasha parfait ses études et à Monaco qu'elle vit, quand elle n'a pas à sillonner le globe.
“Née en Afrique, je suis une fille du Mozambique”, cet état de la côte Est d'Afrique Australe, qui vit du coton, du thé, du gaz, du bois, de l'agriculture… de la bonne conscience de ce monde, et de l'air du temps souvent très dur avec le continent noir. L'Afrique qui a vu éclore la vie, assiste, impuissante, à son extinction. Misère, guerres, sécheresse, pauvreté et sida entrent en coalition pour tuer l'espoir. Tasha, qui a fait une carrière internationale de top model, allant de Chopard à Escada, de Elie Saab à Banana Republic, et de rôle en rôle au cinéma, sait qu'elle a aussi un autre rôle à jouer. Ce sera l'appel du pays. Elle retrouve son Mozambique natal où une phrase du Président l'accueille : “Notre fille est revenue”. Et c'est un retour aux souvenirs et à cette petite fille qui joue sur la plage, au bureau de papa. Un père qui n'est plus et qu'une immense tristesse remplace. Voyage également au quotidien de la réalité noire d'un pays où l'horreur côtoie le sourire, où la souffrance rythme la respiration de la société. “ What can I do ? ”, se demande Tasha, décidée à réagir. À agir. Et voilà que germe le projet d'un orphelinat pour lequel elle va batailler et mettre à contribution les grands et les moins grands de ce monde, de Villepin au plus anonyme de son interminable carnet d'adresses. La volonté d'aider les petits orphelins du sida ne la quitte plus. À Roland Garros, en suivant un match de tennis, ses pensées suivaient sa nouvelle obsession. Elle vit alors dans le ciel les quatre lettres du nom de sa future fondation. A comme Aids , M comme Mozambique , O comme Orphanage (orphelinat) et R comme Rescue (secours) : AMOR comme ce sentiment qui gît au fond de chacun et qui tend à nous lier les uns aux autres. Une fondation humanitaire qui s'occupera de l'avenir professionnel des enfants du sida.
Femmes, je vous aime !
Que ELLE Oriental l'ait choisie la touche. Tasha aime la féminité. “La femme, c'est la finesse. Et c'est la vie. C'est elle qui donne l'amour, qui porte l'enfant. C'est d'elle que vient la continuité”. Plus que belle, la femme se doit d'être intelligente, de faire fonctionner sa tête autant que son charme.
Son modèle à elle ? Elle en a plusieurs, “mais c'est le nom de la Reine Rania qui me vient en premier à l'esprit. J'aime cette femme : elle se bat pour les causes qui lui tiennent à cœur et fait bouger les choses”.
La femme orientale ? “La plus mystérieuse des femmes. Une féminité vivante, belle et forte. J'adore son regard profond, son voile”. Tasha, qui est elle-même un mélange d'Occident, d'Afrique et de Méditerranée, se sent très orientale et réceptive à ce jeu de cache-cache entre le corps et l'esprit.
Et le Liban ? “Je le découvre. J'ai eu la grande chance de le faire à travers la soirée du lancement du ELLE Oriental à Deir el-Qamar. Un pays de pierres, de cultures et de gens très généreux. Avec de la chaleur dans la voix, des montagnes et la mer… Je suis une fille de la mer.” Tasha aime beaucoup les tissus orientaux, la verrerie peinte à la main, et “beaucoup, très beaucoup”, la gastronomie libanaise, délicieuse et variée. Comme les Libanais, Tasha a connu la guerre, les départs et les séparations, “et ça fait de moi une personne qui comprend”.
Mes amies, les bêtes
Ses amours ? Elle en a plusieurs. Scarlett, sa chienne, compagne de toujours. Elle l'accompagne partout, munie de son passeport privé. Le cheval, une autre grande passion. “À cheval, je suis la plus heureuse des femmes ! À trois ans déjà, je galopais dans les savanes d'Afrique. C'est la grande évasion. Et quelque part, mon attachement à l'Orient vient du cheval arabe ! Sa beauté est synonyme de liberté. Dialoguer avec cet animal noble, le comprendre, quel plaisir !” Et puis, il y a l'amour de la nature, de la campagne et de tout ce qui est authentique. “Je n'ai jamais perdu mon authenticité. J'aime les gens. Je peux côtoyer la Reine d'Angleterre et la serveuse de la pizzeria du coin sans le moindre effort. J'évolue dans les milieux diplomatiques, artistiques, de la mode. Mon pays, c'est le monde. J'éprouve du plaisir à rencontrer les gens simples d'Afrique. Je me sens à l'aise à Monaco où souffle un mélange de générosité et de glamour international, et où les gens sont également simples et gentils. Mon père, un descendant de l'aristocratie portugaise, m'a léguée une grande qualité : la noblesse du cœur. Tous les titres du monde ne valent rien, si l'on n'a pas de cœur.”
Sa couleur, c'est le bleu. Le bleu du ciel ou de la mer. Le bleu de l'espoir, du changement et de l'avenir. Tout comme celui des Nations-Unies, quand elle devient ambassadrice de l'Unicef. Ou alors comme celui qui cache une douleur à peine visible, ce bleu à l'âme que Tasha peut avoir quand elle regarde l'Afrique qu'elle porte dans son cœur. Qu'elle porte sur elle-même comme une goutte de parfum d'une grande maison. Car Tasha a besoin de respirer l'Afrique. Continent aromatisé “où il y a tellement de choses à faire, à sentir”. Où Tasha sent qu'elle a les pieds bien sur terre.
By: Antoine Daher
Robe : Elie Saab
Bijoux : Chopard
Coiffure : Dessange
Maquillage : Chanel
Agence : Cynthia Sarkis Perros
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DIVA DONNA
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Diario de Mozambique
Meeting with the President of Mozambique |
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UNICEF trip - Bolivia
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UNICEF trip - Bolivia
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UNICEF mission - Algeria
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Hola Bolivia
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Bolivia UNICEF Mission
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HELLO MAGAZINE |
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Children of Africa - Gala Event |
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